Guia das quartas de final da Women's Champions League

Nesta sexta-feira (21), a Women's Champions League estará de volta após longa espera em decorrência da pandemia da COVID-19. Os jogos serão definidos em confrontos únicos, e a final será no dia 30 de agosto, domingo, com transmissão da ESPN.

Disputada em Bilbao, na Espanha, são oito equipes de cinco países diferentes decidindo as quartas de final da Women’s Champions League. O mata-mata começa com o clássico Barcelona e Atlético de Madrid, num jogo repleto de contextos extracampo. Ainda nesta sexta-feira, o Glasgow terá que buscar forças para parar um dos times mais poderosos da temporada, o Wolfsburg.

Atual tetra campeão, o Lyon encara o alemão Bayern de Munique para defender sua dinastia em solo europeu, enquanto suas rivais francesas do PSG medem forças com o inglês — repleto de holandesas — Arsenal.

Como estão as equipes?

Se tratando de ritmo de jogo, Wolfsburg e Bayern tem vantagem em relação aos demais adversários. Embora estejam sem jogar oficialmente há um mês, a Frauen Bundesliga e a Copa da Alemanha foram retomadas para serem finalizadas dentro de campo.

Na França, a Liga foi cancelada, mas no último fim de semana, PSG e Lyon disputaram a final da Copa da França. O campeonato espanhol também foi encerrado antecipadamente, fazendo com que Atlético de Madrid e Barcelona não tenham disputado jogos oficiais desde março.

Arsenal e Glasgow são os mais prejudicados nesse sentido. O time inglês não disputa jogos oficiais desde fevereiro, enquanto as escocesas estiveram em ação apenas uma vez esse ano, pela primeira rodada do campeonato, uma derrota por 1 a 0 contra o Celtics. 

Longo período sem jogos, peças importantes desfalcando alguns times e diversos outros problemas à parte, vamos tentar fazer um parâmetro dos próximos confrontos, levando em conta possíveis escalações e a manutenção de sistemas padrões.


Barcelona x Atlético de Madrid

O duelo espanhol gerava muita expectativa nos torcedores. Apesar de amplo favoritismo do Barcelona — bicampeão espanhol e finalista da última Champions —, o Atletico de Madrid estava em uma crescente, conseguindo ser competitivo nos confrontos diretos. 

A realidade do Atlético hoje é outra, cinco atletas testaram positivo para a COVID-19, Virginia Torrecilla se ausentou do time para tratar de um tumor, outras quatro estão lesionadas e a referência da equipe, a brasileira Ludmilla, está suspensa. Dessa forma, o time de Dani Gonzáles contará com apenas 3 jogadoras que estiveram nas fases anteriores da competição. Das 17 convocadas para disputar a Champions, apenas 11 de linha estão aptas para a partida. Será um time completamente desmontado a enfrentar a principal equipe da Espanha.

Em um cenário comum, o Atlético de Madrid é um time muito concentrado e que sabe jogar sem a bola. Utiliza de sua intensidade para controlar os espaços do campo e ser agressivo no contra-ataque. Sem sua principal referência de ataque (Ludmilla), a equipe deve se montar no 4-2-3-1 em um bloco baixo para tentar controlar o rolo compressor que é o Barcelona.

Levando em conta que o adversário gosta de ter o controle do jogo a partir da posse de bola e se posiciona em bloco médio/alto, a tentativa do Atlético será de explorar a linha de defesa mais alta para tentar ser perigoso.

Já o Barcelona, que nada tem a ver com as dificuldades extra-campo do Atlético de Madrid, contará com força máxima e deve explorar bem as limitações do rival. 

Finalista da última edição da UWCL e atual bicampeão espanhol, o Barcelona chega para esse confronto com amplo favoritismo. Não apenas devido aos problemas enfrentados pelo Atlético, mas também por toda qualidade do seu elenco e a continuidade de trabalho do treinador Lluís Cortés.

Estamos falando de uma equipe bastante ofensiva, que gosta de controlar a posse de bola e conta com algumas peças chaves para a execução do seu jogo. Guijarro como essa atleta responsável por afundar entre as zagueiras e realizar o primeiro passe. Putellas direcionando a equipe dentro de campo e Hermoso sendo essa atacante que circula por todo o setor ofensivo, atraindo a atenção das marcadoras e abrindo espaço a ser atacado por Hansen e Martens.

Na final da Champions da temporada passada, a equipe catalã sofreu bastante em transição defensiva. O Lyon explorou bem essa linha mais alta com que elas atuam, e esse tende a ser um ponto para o treinador se preocupar. É um time mais maduro e com mais elementos que resolvem o jogo.

Formação do Barcelona: 4-3-3 variando para 3-4-3

Pontos fortes: Variações de desenhos na saída de bola, utilização do corredor como mecanismo ofensivo, posse de bola como argumento defensivo, enorme qualidade individual de suas peças.

Pontos fracos: Transição defensiva. Apesar de conseguir variar bastante a montagem tática time no campeonato espanhol, se adaptando ao adversário, tem dificuldade de alternar a estratégia a depender do contexto do jogo.

Números do Barcelona na temporada: 29 jogos, 27 vitórias e 2 empates. 116 gols marcados e 11 gols sofridos.

Formação do Atlético: 4-2-3-1/4-4-2

Pontos fortes: Transição ofensiva e defensiva, intensidade sem a bola, capacidade de alternar o ritmo dentro das partidas, boa defesa de área.

Pontos fracos: Dificuldade para transpor bloqueio defensivo e em lidar com partidas em ritmo mais lento.

Números do Atlético de Madrid na temporada: 29 jogos, 17 vitórias, 8 empates e 4 derrotas. 54 gols marcados e 29 gols sofridos.


Glasgow City x Wolfsburg

Não é segredo pra ninguém o favoritismo do Wolfsburg. Soberano em território alemão e já tendo conquistado a Women’s Champions League em duas oportunidades, as germânicas contam com a jogadora que apresentou o melhor desempenho na temporada 19/20 em todo o território europeu.

Pernille Harder é a peça de desequilíbrio que se aproveita de um time muito consciente de seu jogo para atuar no mais alto nível. Junto do Lyon, talvez seja o time mais completo da Champions League, e o melhor preparado para ser campeão. O Barcelona também tem ótimos argumentos, mas ainda não ter vencido a competição é um fator que o coloca atrás dos outros dois favoritos.

Do outro lado, o Glasgow City também é dono de uma supremacia histórica na Escócia, tendo conquistado 14 das últimas 20 edições da Premier League Escocesa. Entretanto, o nível da liga é bem abaixo das que são disputadas pelos rivais da Champions League, e a equipe vai precisar se adaptar bem aos adversários para ser competitiva. Entre outros problemas, é o time mais prejudicado em termos de nível de preparo de jogo. Assim como o Brasileirão, a Liga na Escócia começa e termina no mesmo ano, e nessa temporada a equipe só fez um jogo oficial.

O Wolfsburg é um viciado pela bola. Se defende e ataca tendo como prioridade tomar as ações da partida. Atua em um bloco médio/alto e conta com muita variação de mecanismos para chegar ao ataque desde a saída. Goessling é uma das zagueiras mais completas do futebol europeu. Tem características de construção, e junto com a volante Ingrid Engen, coordena a descida da equipe em direção ao ataque.

São muitos os caminhos do Wolfsburg para construir suas chances de gol: seja com os longos passes das jogadoras de defesa — principalmente com Goessling — acionando as meio extremas em profundidade pela amplitude ou ativando Pajor entre as zagueiras no funil, como também no jogo associativo através de toques curtos com as laterais e as extremas trocando bastante de posição para confundir a defesa, criar linha de passe e gerar espaços para alguém receber de frente para a linha de defesa adversária. Engen é quem conecta todos os setores de campo e a primeira a encurtar o campo na pressão pós perda. 

Flutuando entrelinhas, o time alemão conta com Pernille Harder. Se Engen percorre todo o campo no primeiro terço ditando o ritmo do início das construções das jogadas do Wolfsburg, Harder é quem proporciona essa dinâmica no último terço, dominando a entrelinha adversária. Proporciona, assim, superioridade numérica nos dois lados do campo, se associa com a Pajor no funil, utiliza de sua habilidade no drible para quebrar a marcação e é uma goleadora nata: tem 34 gols na temporada.

Por atuar em um bloco mais alto, a principal estratégia dos rivais é proteger a área o melhor que podem e tentar explorar as costas da defesa em rápidas transições. Nesse contexto, mais uma vez a zagueira Goessling se destaca com sua alta capacidade de interceptar os lances, seja pelo alto ou pelo chão. A pressão pós-perda da equipe também é ponto forte para recuperar rapidamente a posse de bola e não permitir o contra-ataque, ou para reposicionar sua defesa e oferecer menos espaço ao adversário.

Do outro lado, Glasgow vai ter a difícil missão de fechar os espaços no funil, encurtar o campo de atuação da Harder e controlar a profundidade pelos extremos. Para isso, a aposta ideal seria compor bem o meio de campo, alargar a primeira linha de defesa e apostar na dupla Samantha Kerr e Clare Shine para levar perigo a meta alemã. Destaque para a goleira Lee Alexander que não é vencida facilmente e vai bem nos pênaltis, arma valiosa das escocesas para segurar o poderio ofensivo do Wolfsburg.

Formação do Glasgow City: 4-1-4-1/4-4-2

Pontos fortes: Entendimento entre as peças, boa variedade tática, peças com bom número de jogos por seleção (principal e de base)

Pontos fracos: Nível competitivo da competição nacional, precisar moldar seu estilo de jogo ao rival

Números do Glasgow City na Premier League Escocesa 2019: 21 jogos, 20 vitórias e 1 derrota. 104 gols marcados e 11 gols sofridos.

Formação do Wolfsburg: 3-4-2-1/4-2-3-1

Pontos fortes: Qualidade individual das jogadoras, entrosamento para aplicação dos mecanismos coletivos, pressão pós perda, poderio ofensivo e Pernille Harder (melhor jogadora da temporada).

Pontos fracos: O lado esquerdo da defesa. Se construindo a lateral esquerda Bloodworth é acima da média, se recompondo sofre bastante para cobrir os espaços ou dar o bote, é um caminho a ser explorado pelos rivais

Números do Wolfsburg na temporada: 31 jogos, 28 vitórias e 3 empates. 131 gols marcados e 12 gols sofridos

Lyon x Bayern de Munique

O Lyon vem para defender seu tetracampeonato. A equipe francesa já venceu a competição em seis oportunidades, ostentando o status de maior campeão europeu. Se a Women’s Champions League tivesse um dono, seria o Lyon. Entre alguns reforços, há um grande desfalque: Ada Hegerberg. Se o Lyon é dono da competição, a Ada é sua mãe. Maior artilheira de todos os tempos da Champions com 53 gols e quatro títulos conquistados, uma lesão tirou a dinamarquesa do restante da competição.

O Bayern de Munique não tem o que perder. Vice campeão alemão, garantido para a próxima edição e zebra no confronto. Não por falta de qualidade, mas qualquer um que enfrente o Lyon, enfrenta o favorito. Antes da parada da pandemia, era um time ainda tentando se ajustar entre as transições das fases do jogo, mas mostrou evolução e maior equilíbrio na volta do alemão, travando bons duelos e garantindo a segunda posição na Frauen-Bundesliga contra o forte Hoffenheim.

O Lyon é o favorito, mas a volta da pandemia não é das mais animadoras. Em momentos diferentes, a equipe francesa tão completa em todos os fundamentos — elenco, ataque e defesa — continua vencendo e conquistando títulos, mas sem convencer tanto. Do outro lado, o Bayern está em uma crescente e em maior ritmo de competição. Ainda assim, o alto nível do Lyon entrega muito a seu favor. 

Os dois jogos pela Copa da França na volta da pandemia escancararam algumas dificuldades. Sem a melhor do mundo (Ada) e com Le Sommer ausente, a equipe sobrecarregou suas meio campistas para a criação sem ter uma referência no ataque. O resultado disso foi muita dificuldade para furar a defesa e também para proteger o funil em transição defensiva.

Ainda assim, os adversários Guingamp e PSG não foram capazes de balançar as redes do Lyon. Isso porque as jogadoras dessa primeira linha de defesa (Bronze, Buchanam, Renard e Greenwood) estão entre as melhores do mundo em suas posições. Se coletivamente a equipe vêm oferecendo a entrelinha de maneira perigosa aos seus rivais, individualmente e sob a liderança da zagueira Renard, a profundidade dos adversários é controlada pelos combates e interceptações desse quarteto world class. 

Nesses dois jogos, o Lyon balançou as redes apenas uma vez. Nikita Parris, que vem atuando e sendo a responsável por comandar o ataque francês, foi quem assinalou o gol. Nessa formatação, o time sofre sem uma referência de fato e com pouca profundidade, mas tem peças para resolver, como por exemplo a holandesa Van de Sanden, que geralmente vem do banco no segundo tempo e incomoda demais a defesa adversária. Le Sommer também voltou a equipe e deve resolver essa dificuldade ofensiva que o time vem enfrentando.

O Bayern de Munique pode e deve utilizar do seu momento superior na parte física, já que vem de uma sequência de oito jogos oficiais seguidos de um tempo de preparo para a competição. Se o Lyon está com dificuldades de criar, contra o Bayern pode ser ainda mais difícil, já que a equipe alemã conta com uma dupla de zaga muito segura, de boa estatura e forte fisicamente. 

O treinador da equipe alemã tem facilidade para adaptar o time ao adversário e mudar a estratégia no decorrer da partida, e as jogadoras atendem muito bem a esses comandos. O Bayern já mostrou ser forte a defender a área e acionar suas jogadoras de frente no jogo direto, utilizando dos passes longos, e também atuando de forma mais compacta a progredir de forma associativa, e conta com a zagueira Kristin Demann e sua habilidade de construir com passes verticais a quebrar linhas.

O grande segredo dessa equipe está em Linda Dallmann. A camisa 10 das bávaras é quem dita o ritmo pelo meio e se movimenta bastante para criar espaços. Tem muita versatilidade, busca o jogo de trás, se impõe entrelinha e tem o passe apurado. Em um jogo de transição, contar com a camisa 9 (Jovana Damnjovic) que tem explosão para agredir os espaços e fazer o gol, além de fazer bem o pivô, será fundamental para acionar e também ser acionada pela camisa 10.

Apesar do favoritismo do Lyon, a equipe alemã tem argumentos para sonhar com as semifinais e repetir sua melhor campanha, alcançando a mesma fase na temporada passada.

Formação do Lyon: 4-3-3

Pontos fortes: Qualidade individual das peças, profundidade do elenco, variação tática, transição ofensiva e defensiva, variedade de desenhos na saída de bola.

Pontos fracos: Intensidade do pós perda pode melhorar, com a Parris de 9 falta uma presença física no ataque, mas Le Sommer está de volta e deve resolver esse problema.

Números do Lyon na temporada: 20 jogos, 18 vitórias e 2 empates. 94 gols marcados e 4 gols sofridos.

Formação do Bayern: 5-3-2

Pontos fortes: Solidez defensiva, adaptação ao adversário, intensidade física e concentração.

Pontos fracos: Pouca profundidade de jogo, uma certa dependência da camisa 10 na criação das jogadas.

Números Bayern na temporada: 28 jogos, 21 vitórias, 3 empates e 4 derrotas. 75 gols marcados e 19 gols sofridos.

Arsenal x PSG

Entre confrontos equilibrados e outros nem tanto, esse talvez seja o menos previsível. O Arsenal é o time mais vencedor da Inglaterra, e começou bem a última temporada, mas em sua reta final, flertou com a irregularidade e os pontos fracos da equipe foram bastante explorados pelos adversários. De favorito ao título inglês a terceiro colocado, o Arsenal não conseguiu conquistar a vaga para a próxima Champions League. Ou seja, para as Gunners, esse confronto é o jogo da vida.

O PSG tenta nos últimos anos potencializar seu time para rivalizar com o Lyon, que segue colecionando os títulos nacionais e europeus. Suas melhores campanhas foram em 2014-15, vice campeão para o Frankfurt, e em 2016-17, onde fez duro jogo contra o Lyon, perdendo o título nos pênaltis. Um novo 0 a 0 em decisões entre os dois times aconteceu no último fim de semana, dessa vez pela Copa da França, e mais uma vez o PSG amargou o vice campeonato para o melhor time do mundo.

Arsenal e PSG são duas equipes que gostam de controlar a posse de bola, e embora construam seu jogo de maneiras distintas, as duas equipes tem como características em comum a busca por ativar as meias abertas no 1×1 com muita frequência.

Enquanto o Arsenal conta muito com Leah Williamson para realizar esse trabalho com seus passes longos, esteja jogando na zaga ou no meio-campo, o PSG já tem um desenho diferente, saindo muito para o jogo com suas laterais e buscando a progressão em toques curtos, até encontrar suas pontas em posição de vantagem. Vejo a equipe parisiense com uma capacidade maior de alternar o seu estilo de jogo durante as partidas e, sabendo da dificuldade do Arsenal para encaixar sua transição defensiva, acredito que veremos o PSG entregando o controle da posse de bola para as londrinas, buscando marcar com muita intensidade, para posteriormente contra-atacar em poucos toques e com muita velocidade.

Algumas peças serão vitais para o encaixe coletivo entre as equipes e o modo como a partida irá decorrer. Williamson tem a missão de ativar as pontas do Arsenal com seu passe longo. Já no PSG, Formiga é fundamental cobrindo o centro do campo e usando toda sua inteligência para direcionar as companheiras e deixar a equipe bem disposta em seu próprio campo.

Entre virtudes e pontos a melhorar que as duas equipes possuem, se o PSG parece estar num melhor momento coletivo, o Arsenal possui a atleta com maior capacidade de desequilíbrio nesse duelo: Vivianne Miedema. Aos 24 anos de idade, a centroavante holandesa vive o auge de sua carreira, atingindo um patamar de desempenho assustador e influenciando em toda a construção ofensiva da equipe, ainda que tenha sentido a queda de desempenho do time e desacelerado a construção de números absurdos na temporada. Recebe a bola na zona central, tem capacidade de jogar de costas, consegue girar o jogo e ajudar na progressão da equipe e perto do gol, é letal. Na Premier League, foram 18 partidas disputadas, 26 gols marcados e 9 assistências.

Formação do Arsenal: 4-1-4-1/4-2-3-1

Pontos fortes: Capacidade de ativar as meias abertas com o passe longo, capacidade de espaçar a defesa rival, Miedema como “jogadora sistema” criando muito espaço para a infiltração das meias.

Pontos fracos: Manter a concentração por 90 minutos, dificuldade em romper bloqueio defensivo e controlar a profundidade do adversário.

Números do Arsenal na temporada: 19 jogos, 16 vitórias e 3 derrotas. 59 gols marcados e 15 gols sofridos.

Formação do PSG: 4-3-3

Pontos fortes: Organização ofensiva bem fluida, capacidade de variar o desenho durante as partidas, poder de fogo pelos flancos e a boa capacidade defensiva pelo centro do campo, além de uma das melhores goleiras do mundo a defender suas metas, se não a melhor.

Pontos fracos: Defesa de área, pouca presença física na área rival, bola parada defensiva e controle de sua área, dependendo muito de boas atuações daquela que é considerada por muitos a melhor goleira do mundo, Christiane Endler.

Números do PSG na temporada: 20 jogos, 16 vitórias, 3 empates e 1 derrota. 74 gols marcados e 8 gols sofridos.

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Giselle Andreolla

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