Os destaques dos 8 classificados no Brasileirão Sub-20

Flamengo, Palmeiras, Atlético-MG, São Paulo, Athletico-PR, Botafogo, Inter e Vasco mostraram muitas coisas interessantes no Brasileirão Sub-20 e por isso se classificaram para as quartas. No entanto, alguns jogadores destoaram em cada equipe.

Na última terça-feira, 12 de outubro, foi encerrada a primeira fase do Brasileirão Sub-20. Foram 19 rodadas, que contou com uma média de 3,2 gols por partida. Flamengo, Palmeiras, Atlético-MG, São Paulo, Athletico-PR, Botafogo, Internacional e Vasco passaram para a fase de quartas-de-final.

Flamengo e Palmeiras dividiram o posto de melhor ataque da primeira fase com 40 tentos anotados. Por outro lado, nenhuma defesa chegou perto do Atlético-MG, que sofreu apenas 18 gols em 19 jogos. Curiosamente, as três melhores campanhas se destacaram nos dois maiores quesitos.

Na edição de 2021, aconteceram três mudanças entre os classificados em relação ao ano de 2020. Grêmio, Fluminense e Corinthians estiveram nas quartas do ano passado, mas falharam em obter um lugar entre os oito primeiros na atual edição. Ironicamente, o trio chegou com chances até a penúltima rodada, mostrando uma certa resistência.

Antes de começar o mata-mata, vamos falar mais sobre os atletas que foram importantes para suas equipes? Além dos números e estatísticas, alguns nomes que serão ressaltados abaixo foram escolhidos por conta do impacto que tiveram no jogo e na performance da equipe.

Flamengo: Lázaro e Daniel Cabral

Você se recorda do Mundial Sub-17 de 2019, que aconteceu em solo brasileiro? Tanto Lázaro quanto Daniel Cabral fizeram parte da equipe de Guilherme Dalla Dea que conquistou o título em jogo empolgante contra o México. O primeiro era um “reserva de luxo”, que definiu jogos grandes, sobretudo a final contra os mexicanos com um golaço no último minuto. O segundo foi titular durante toda campanha brasileira, tendo feito uma excelente fase de mata-mata.

A técnica de Lázaro, que terminou a primeira fase do Brasileirão com 7 gols e 7 assistências, foi o combustível para o ótimo elenco Rubro Negro, que agora é comandado por Fabio Matias. Quanto mais próximo do gol, especialmente atrás do centroavante, melhor para o garoto nascido em 2002. Lázaro é habilidoso, contando com ótimo domínio e dribles rápidos, além do poder de finalização, que se tornou característico dos meias revelados na Gávea.

Daniel Cabral é o jogador que todo treinador adora ter no elenco. A promessa Rubro Negra é um volante moderno, combinando efetividade com e sem a bola. Ele demonstra uma maturidade muito grande para os jogadores da faixa etária, sabendo muito bem o limite das ações. Ele tem boa técnica para girar e encontrar passes progressivos, assim como lê muito bem a linha de passe adversária e imprime a pressão no momento correto. Apesar de ter 1,75m de altura, Daniel não tem uma característica que destoa dentre as outras, porém, talvez seja a efetividade em cada uma delas a chave do sucesso para uma regularidade tão grande.

Palmeiras: Gabriel Silva e Kevin

Ao lado do Flamengo, o Palmeiras tem o melhor ataque da competição, porém, nenhum jogador da atual edição do Campeonato Brasileiro Sub-20 chegou perto de um palmeirense em específico quando o assunto é participação direta em gols. Trata-se de Gabriel Silva (2002), artilheiro da competição com 14 gols, além de 4 assistências diretas para outros companheiros balançarem as redes.

No entanto, a importância do camisa 9 para o Verdão não é traduzida apenas pela incidência dos gols. Gabriel Silva, que poderia ter sido convocado para o Mundial Sub-17 que Lázaro e Daniel Cabral brilharam, mas acabou não acontecendo. Ele amadureceu e se tornou a referência técnica do clube na categoria. O adversário está pressionando e a saída apoiada não funciona? Lança para o Gabriel que ele transforma a pedrada num diamante. Não consegue furar a retranca adversária? Cava uma falta para o Gabriel bater. O meio-campo não funciona e a armação está comprometida? Gabriel recua e aciona os extremas.

Um desses extremas que é favorecido pela dinâmica do camisa 9 é Kevin Santos (2003), recém-convocado para a seleção sub-18. Agudo e frio, o extrema palmeirense tem 4 gols marcados e 4 assistências na competição. O casamento entre ele e Gabriel Silva gerou ao Palmeiras vários dos 40 tentos anotados, especialmente na reta final da primeira fase do Brasileiro quando o desempenho ofensivo cresceu em partidas grandes. Kevin também pode ser um segundo atacante ou até um falso nove, caso Gabriel Silva não esteja disponível, devido a destreza na finalização. Os pontas goleadores têm ganhado muito espaço no futebol moderno e o atleta alviverde é um belo exemplo dessa função.

Atlético-MG: Rubens Dias e Luiz Felipe

O atual campeão brasileiro sub-20 está, novamente, forte na disputa. Ainda sob o comando de Marcos Valadares, o Galo dispõe de uma equipe reforçada e muito azeitada pelo experiente treinador. Uma das principais características das equipes formadas pelo comandante é o equilíbrio tático e o principal jogador do Galo no Brasileiro é a ilustração perfeita da estratégia do treinador. Rubens Dias (2001) está em seu último ano da categoria, porém, o meia tem entregado performances espetaculares com a camisa do Atlético-MG. Mesmo atuando numa função mais recuada, o atleticano tem 10 gols anotados e duas assistências registradas.

Canhoto, Rubens chama a atenção pelos chutes de fora da área ou em cobranças de falta direta. Além disso, poucos meio-campistas nessa edição possuem um domínio orientado tão bom quanto o dele, sempre clareando a jogada ou cadenciando o ritmo. Roubar a bola do camisa 8 é uma tarefa tão difícil quanto marcá-lo em chegadas surpresas na entrada da grande área. Sem a bola, o volante demonstra inteligência ao pressionar o adversário com precisão, roubando a pelota e iniciando contra-ataques.

A engrenagem montada por Valadares conta com outro jogador importantíssimo para o balanço da equipe. Trata-se do atacante Luiz Felipe (2001), que já marcou 8 tentos e registrou 4 assistências para gol na competição. Podendo atuar como segundo atacante ou extrema, o vice-artilheiro do Galo no Brasileirão é fatal quando utilizado com o pé trocado (destro jogando na esquerda). Rápido e explosivo, Luiz Felipe destaca-se pelos arranques velozes entre as linhas ou pelos flancos, além de ser altamente refinado nas finalizações. O golaço de fora da área na vitória por 3×1 sobre o Vasco é a ilustração perfeita do futebol do garoto.  

São Paulo: Beraldo e João Adriano

A estreia de Alex como treinador da equipe sub-20 do São Paulo era um dos maiores atrativos desta edição do Campeonato Brasileiro. A expectativa sobre o trabalho do ex-jogador fora fomentada por ele mesmo na apresentação quando falou sobre metodologia, filosofia de jogo e afins. Por enquanto, Alex tem entregado muitas coisas boas aos meninos de Cotia, tendo, inclusive, liderado o Brasileirão por algumas rodadas. Todavia, como ele bem sabe, a formação dos garotos é mais importante e, por consequência, é algo que tem dado certo.

Coincidência ou não, dois nomes fundamentais para o sistema de jogo do Alex são canhotos, assim como ele era nos tempos de jogador. Curiosamente, são dois atletas nascidos em 2003 e que estão no primeiro ano da categoria sub-20: Lucas Beraldo e João Adriano. O defensor, que já apareceu por aqui em outras oportunidades, está numa crescente exuberante. Se antes Beraldo era aclamado pela elegância no estilo de jogo por conta dos passes perfeitos e saídas de jogo com a cabeça erguida, agora, ligeiramente mais maduro, ele tem demonstrado a cada partida um senso de proteção à grande área de dar gosto em qualquer torcedor. Naturalmente, o zagueiro iria se desenvolver fisicamente, algo preponderante na avaliação da performance dos atletas de alto nível no século XXI, porém, Beraldo consegue aliar fielmente a qualidade técnica com a rigidez protocolar de um defensor.

Atuando mais a frente, João Adriano não começou como titular absoluto do São Paulo no campeonato, porém, com o passar das rodadas, a talentosa canhota conquistou a confiança de Alex. O jovem começou como meio-campista no sub-15 do Tricolor, tendo, inclusive, sido convocado para seleções de base nessa função. A partir do sub-17, especialmente no sub-20, ele foi aproveitado como atacante, às vezes de segundo homem ou falso nove. A promessa de Cotia finaliza muito bem as jogadas, além de controlar muito bem a pelota. Outro fator que conta a favor de João Adriano é a leitura das jogadas, seja para explorar os espaços ou para se associar na criação.

Athletico-PR: João Pedro e Rômulo

Após o vice-campeonato em 2020, o Furacão não dá sinais de que vai diminuir o ritmo. Cada vez mais forte e solidificado nas competições de base, o Athletico-PR mantém alguns nomes da espinha dorsal da equipe que foi longe na edição anterior, mas com os reforços dos jogadores recém-promovidos do vice na categoria sub-17, também em 2020. Os principais nomes da atual campanha são João Pedro e Rômulo Cardoso, o 10 e o 9 do Furacão, que entre gols e assistências combinaram para 20 tentos nas redes adversárias.

Pode-se dizer que o treinador Lucas Ometto possui o arco e a flecha em seu elenco, haja vista que João Pedro é um armador muito habilidoso e com visão de jogo privilegiada. O 10 do Athletico-PR tem 3 gols e duas assistências na competição, porém, o meio-campista se destaca pelas jogadas que abrem as defesas adversárias. João Pedro se movimenta com inteligência entre as linhas, muitas vezes ocupando espaços livres e escaneando áreas para servir um companheiro, seja para finalizar ou para habilitá-lo em uma assistência mais fácil.

Enquanto isso, Rômulo Cardoso é um centroavante ambidestro, com porte físico avantajado e senso de colocação impecável na pequena área. O 9 do Furação é o segundo jogador que mais participou de gols no Brasileirão. Ele balançou as redes 12 vezes e anotou 3 assistências diretas para servir companheiros de ataque. Rômulo pode atuar em dupla no ataque ou como referência numa linha de três atacantes. A facilidade que o portentoso centroavante paranaense possui em usar qualquer um dos dois pés para arrematar a gol com eficiência, muitas vezes acertando o arco adversário, faz com que ele necessite de poucos toques na bola para definir a situação.

Botafogo: Kauê e Matheus Nascimento

Após ficar de fora das quartas-de-final em 2020 por conta do saldo de gols, o Botafogo finalmente conseguiu uma vaga entre os oito melhores times da primeira fase em 2021. Com uma equipe bem definida pelo treinador Ricardo Resende, que conta com nomes do gabarito de Igor Gabriel, Luro, João Vaz, Juninho, Gabriel Conceição e Rikelmi, o Fogão consegue competir com uma regularidade maior do que nos últimos anos.

Entretanto, a grande peça do Botafogo no Campeonato Brasileiro Sub-20 não é um chamariz tão evidente. Kauê Rodrigues (2001) tem apenas dois gols nesta edição, mas o volante é importantíssimo para o funcionamento da equipe. Podendo atuar como 5 ou 8, o meia se destaca pelo ritmo intenso durante os 90 minutos. Com 1,74m de altura, Kauê, de relance, parece não possuir um físico impositivo, um perfil cada vez mais marcante na função, sem embargo, ele consegue ser firme e ágil ao mesmo tempo. Além de resistente e intenso, o volante botafoguense tem um verdadeiro míssil no pé direito, um artificio valioso e muito procurado no mercado de meio-campistas.

Por outro lado, Matheus Nascimento está acostumado a ser a estrela da Estrela Solitária na base. O principal centroavante da geração 04 do futebol brasileiro ganhou minutos valiosos com a equipe sub-20, marcando cinco gols e registrando uma assistência. Confiante, o centroavante botafoguense, que se notabiliza pela grande qualidade técnica, ainda está em processo de maturação física, que será um aliado importante no estilo de jogo. Disputar uma categoria tão próxima do profissional era uma rota necessária para Matheus Nascimento, que finaliza muito bem, mas que se associa com naturalidade e cria oportunidades para os companheiros.

Inter: Juan Cuesta e Thauan Lara

O mercado sul-americano sempre foi importante no futebol profissional brasileiro e, recentemente, esse mercado cresceu no futebol de base. Há diversos exemplos de talentos de outros países sul-americanos atuando nas categorias de base de clubes grandes no Brasil. Atualmente, o sudaca que atua com maior regularidade e importância técnica no sub-20 pertence ao Internacional.

Juan Manuel Cuesta (2002) chegou por empréstimo do Independiente de Medellín em maio, dois meses antes do Campeonato Brasileiro Sub-20 começar. O impacto causado pelo colombiano foi imediato, tornando-se na principal arma ofensiva do Colorado. Rápido, explosivo e driblador, Cuesta pode atuar pelos dois lados apesar de ser destro. Embora tenha apenas 1,73m de altura, o extrema do Internacional é difícil de derrubar e tem facilidade em para jogar tanto com Vinícius Melo ou Matheus Cadorini, que revezaram como centroavantes. Em 11 jogos no Brasileirão, Cuesta marcou 4 gols e deu 4 assistências.

Há mais tempo que Cuesta em Porto Alegre, Thauan Lara é outro jogador nascido em 2004 que teve um salto importante na carreira em 2021. O lateral-esquerdo do Inter já fora convocado por Paulo Victor para a seleção sub-17, que seria a categoria apropriada à idade do garoto, mas a concorrência no setor é selvagem devido ao grande número de talentos para a posição. Todavia, Thauan colecionou atuações convincentes num cenário mais competitivo, chegando sempre com muita confiança no ataque. Lara é rápido e forte, que melhorou a capacidade nos cruzamentos. É uma joia que, se for lapidada com cuidado, pode se tornar num jogador valioso a nível profissional.

Vasco: MT e Andrey

O futebol profissional no Brasil é muito conservador quando se trata de jogadores jovens. As pratas da casa sofrem para receber o mesmo tratamento do torcedor até se forem comparados a jogadores experientes que não performam futebol convincente há anos. O apoio, que pode ser volátil, é influenciado por treinadores que não gostam de potencializar jovens e até do próprio clube, que falha na transição do atleta.

Um dos casos mais recentes é o de MT, do Vasco, que tinha brilhado com a camisa do clube carioca em 2020 no sub-20. Revelado no Volta Redonda, onde atuava como 10, MT chegou ao Vasco e logo causou impacto devido a sua grande qualidade técnica. Alto (1,85m), criativo, com excelente controle de bola e visão de jogo, além de refino na finalização, o meia-ofensivo, que jogou algumas vezes de atacante na temporada passada na base vascaína, foi alçado à equipe principal no começo de 2021. Infelizmente, MT não fora utilizado da melhor maneira possível, muitas vezes fora de posição e isso o atrapalhou. Felizmente, o atual camisa 10 da equipe no Brasileirão Sub-20 desceu para ajudar os companheiros na categoria onde se destacara um ano atrás.

Igor Guerra, que fez um grande trabalho na equipe sub-17 do Vasco, agora comanda os garotos do sub-20. Sob a batuta do treinador, MT se tornou ainda mais cerebral e decisivo em jogadas individuais. No entanto, o 10 tem a ajuda de um dos melhores jogadores da geração 04 do futebol brasileiro. Trata-se de Andrey Santos. O volante é um extra-classe, que está acostumado a queimar etapas e ser decisivo nelas. Com idade para atuar no sub-17, Andrey começou o ano já no sub-20 (e depois desceu para ajudar o Vasco no mata-mata do Brasileiro, onde terminou em segundo). O jovem camisa 8 é um verdadeiro dínamo da posição, pois alia qualidade técnica, força física e compreensão tática. Além dos três pilares, Andrey é um jogador decisivo tanto na defesa quanto no ataque.

Confrontos

Ida, dia 17/10: Botafogo x Atlético-MG

Ida, dia 18/10: Athletico-PR x São Paulo

Ida, dia 18/10: Internacional x Palmeiras

Ida, dia 20/10: Vasco x Flamengo

Volta, dia 22/10: Atlético-MG x Botafogo

Volta, dia 24/10: Palmeiras x Internacional

Volta, dia 25/10: São Paulo x Athletico-PR

Volta, dia 26/10: Flamengo x Vasco

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